Ponto de Vista

 

VOCÊ É UM LÍDER COMPASSIVO?

VOCÊ É UM LÍDER COMPASSIVO?

COMPAIXÃO OU COMPETIÇÃO?

Nos meus trabalhos com líderes sempre ouço, de primeiro momento, que é difícil ser um líder solidário, ou compassivo, ou que utilize como premissa a cooperação, o bem estar e o diálogo. A compaixão não me parece ser bem compreendida. Conversando mais um pouco, percebo que o pensamento sobre o que é ser um líder compassivo, solidário, traduz-se em “pouca firmeza, insegurança e falta de foco”. Firmeza e segurança parecem qualidades que são confundidas com dureza diante das contradições do mundo do trabalho. Alguns líderes reconhecem a importância do bom relacionamento com o outro, mas não conseguem efetivamente escutar esse outro, dialogar com ele e criar soluções a partir desta interação.
Sem dúvida, os problemas são inúmeros, mas é preciso cuidar para não cairmos no determinismo: acreditarmos que a “vida é assim mesmo” e que somos vítimas dos processos organizacionais. A vitimização, assim como a rigidez, por certo em nada contribuirá para uma liderança atenta às demandas e incertezas que constituem as relações políticas e culturais numa organização.
É preciso compreender que sucesso nos negócios não se restringe a bons índices financeiros, apenas. O modo de administração é essencial para que o fim chegue a termo. Hoje, líderes bem sucedidos são aqueles que se dispõem no seu dia-a-dia a praticar a compaixão, a cooperação, a fazer leituras dinâmicas do contexto, além do constante exercício de colocar-se no lugar do outro.
Pesquisas em psicologia, em medicina e outras disciplinas mostram que os efeitos do bem-estar no ser humano estão ligados a atitudes altruístas, a relações interdependentes e empáticas. A compaixão é algo que podemos e precisamos desenvolver. A competição, vamos encará-la de revés, como benéfica desde que nos encoraje a sermos melhores no serviço aos outros, como empresas e profissionais.
Quando os líderes, em nossos programas, lançam-se em caminhos de transformação e desapego, com foco na revisão de suas atitudes e formas de pensar, começam a perceber e experienciar novas perspectivas. Descobrem, sobretudo, a importância do diálogo e da flexibilidade para tentar novamente e de modos diversos, a fim de que novos resultados comecem a aparecer.
Obstáculos sempre estarão à nossa porta, mas manter-se fiel à promoção do bem–estar, fará a diferença para o presente e o futuro, mesmo que a longo prazo.
As perguntas são: você como Líder está alinhado com o bem, com atitudes positivas que neutralizem as forças que impedem o bem estar? Você é responsável com o outro? Planta boas sementes?
Acredito que precisamos deixar transparecer o que melhor podemos oferecer, e ser o melhor, é realmente “despertar nos outros o poder de ficar sobre seus próprios pés” (Dalai Lama).
Finalmente, a cada depoimento de líderes que atuam em consonância com o diálogo, aposto que mudarmos cria novas dimensões para viver e experimentarmos coisas antes impossíveis. Apostar no impossível e realizar o impossível exige de nós ousadia e desprendimento. OUSE E APOSTE.

 

 

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